
texto de Lygia Bradnick"Gire a manivela e solte o som da nossa alma. A sorte é diversa, os segredos não são tão ocultos. Abra a janelinha do seu coração e ouça os nossos lirismos, as nossas poesias, as nossas vidas alegres. Venha como criança carente para correr nas nossas graças e ouvir as nossas poesias. o Realejo te convida, é hora de fazer festa!"

texto de Lygia Bradnick
"... tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente! Era a primeira vez que
lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor
amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido;
sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa
existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto
diferente, cada passo condizia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo
radioso de sensações! " José de Alencar
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